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Tradicional Morro do Cristo pode virar monumento natural

  • 15 de jul. de 2021
  • 2 min de leitura

Consulta pública realizada de 05 de junho a 05 de agosto busca transformar o ponto em monumento natural




Quantas vezes você já foi no Morro do Cristo em Juiz de Fora? Com o início da pandemia, o mirante do Morro do Cristo virou destino de muitas famílias que buscam passeios ao ar livre pela cidade. Pensando nisso, a PJF anunciou entre 05 de junho e 05 de agosto a realização de Consulta Pública para transformar o Morro do Cristo em Monumento Natural, incentivando a preservação e reflorestamento da região de mata atlântica na cidade.


Por que o Morro do Cristo?


O local já é protegido desde 1990, quando foi determinado o tombamento por Decreto n° 4312/90.. A proposta é voltada para a conservação e gestão ambiental da área de 100,88 ha, que sofre com muitas queimadas durante essa época do ano.

Como monumento natural os recursos ficam protegidos, com o uso indireto de atividades de turismo, lazer e educação ambiental. Além de ser referência na cidade, o Morro do Cristo pode ser visto de vários pontos de Juiz de Fora.



Foto: Reprodução Google


História


O nome Morro do Imperador originou-se em 1861, ocasião em que D. Pedro II subiu as encostas para apreciar o céu e a vista da cidade. Em comemoração à virada do século XIX para o século XX, foi construída uma capela, e, em 1906, um monumento ao Cristo Redentor. O Mirante Salles de Oliveira proporciona vista panorâmica de boa parte da cidade.

No local também está localizada a primeira torre helicoidal na América do Sul, que proporcionou a extinta TV Industrial.


Foto: Reprodução Google


De acordo com a gerente do DEAPREN (Departamento de Educação Ambiental e Proteção dos Recursos Naturais), SESMAUR/JF, Kelly Antunes, a iniciativa tem um apelo turístico e ecológico, pensando na preservação “ Durante a pandemia várias pessoas fizeram trilhas no Morro do Cristo, pensando nisso queremos alinhar esferas e garantir a preservação da fauna e flora do local.”

Kelly também destaca a importância de repreender as queimadas “ Como a área apresenta pontos muito íngremes, o trabalho dos bombeiros fica comprometido durante as queimadas. Pretendemos plantar espécies que resistem mais ao fogo e que auxiliem na contenção de deslizamentos.”


Lyvia Fernandes

 
 
 

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