Olimpíadas se encerram e Brasil tem atuação histórica
- 13 de ago. de 2021
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Com melhor campanha desde o início dos Jogos Olímpicos, o Brasil toma a 12ª posição no ranking
As Olimpíadas de Tóquio tiveram o fim da temporada de jogos em 2021 neste último domingo (8). Entre momentos marcantes e históricos, diversos países fizeram presença, seja pelo número de medalhas ou por atletas que deixaram sua marca nas mais diversas modalidades.
Com o maior número de medalhas da competição, os Estados Unidos tomaram o primeiro lugar no quadro de medalhas desta edição. Confira o ranking:

Fonte: olympics.com
Apesar de ocupar a 12ª posição no ranking, o Brasil fez a sua melhor atuação desde sua primeira participação nos Jogos Olímpicos, com um total de 21 medalhas. Com a conquista de três ouros em um único dia, nas modalidades de boxe, canoagem e futebol masculino, um dia antes do fim da competição, o país acumulou sete medalhas de ouro, seis de prata e oito de bronze.
Algumas modalidades seguiram, como o país na sua totalidade, uma atuação histórica. É o caso do boxe, que fez a sua melhor campanha em toda a campanha da modalidade brasileira com uma medalha de ouro, uma de prata e uma de bronze. Apoiado pelo Bolsa Atleta, programa do Governo Federal que auxilia financeiramente os atletas, o pugilista Hebert Conceição conquistou sua medalha por nocaute contra o ucraniano Oleksandr Khyzniak.
Surf e o skate também não ficaram para trás. Com uma estreia de peso, o Brasil conquistou um total de quatro medalhas nas duas modalidades. Ítalo Ferreira entregou uma medalha de ouro no surf, enquanto no skate, Rayssa Leal, de 13 anos, rendeu uma medalha de prata somada às de Pedro Barros, no skate park e Kelvin Hoefler, no skate street.
A ginasta Rebeca Andrade também fez história nas Olimpíadas, conquistando as duas primeiras medalhas do país na ginástica artística feminina na competição. Um ouro e uma prata.
Campeão sem medalha
Apesar de não ter conquistado medalha nos Jogos Olímpicos, o arremessador de peso Darlan Romani ganhou o coração dos brasileiros com sua garra e dedicação. Ele ficou a apenas 59 centímetros de subir ao pódio para receber a medalha de bronze.
Darlan contou que, em 2020, teve dificuldades para encontrar um espaço apropriado para fazer seus treinos, e a solução foi treinar em um terreno baldio em sua cidade, no estado de Santa Catarina. Esperançoso e focado nas Olimpíadas de Paris, em 2024, Darlan expressou sua extrema dedicação: “Tem um novo ciclo, dessa vez mais curto. Se eu dava 200%, agora vou dar 300%”.

Darlan se recuperou da Covid-19 e retornou aos seus treinos com foco total. Foto: Divulgação.


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