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Olimpíadas: Conheça os surfistas que irão representar o Brasil em Tóquio

  • 21 de jul. de 2021
  • 3 min de leitura

Na estreia do surfe nas Olimpíadas, Brasil é favorito para levar a medalha

Por Ludimila Coelho


Colagem: Ludimila Coelho


No dia 24 de julho o time brasileiro entra na praia de Shidashita, na cidade de Chiba, com a expectativa de sair de lá trazendo o ouro para casa. Os representantes do time brasileiro são Ítalo Ferreira, Gabriel Medina, Tati Weston-Webb e Silvana Lima.



A competição irá funcionar da seguinte forma: 20 surfistas de cada gênero (masculino e feminino) serão divididos em cinco baterias com quatro atletas em cada. Os dois primeiros de cada bateria avançam direto para o Round 3, enquanto os terceiros e quartos colocados disputam uma repescagem no Round 2.



A partir daí, serão duas baterias com cinco surfistas em cada, nas quais os três primeiros se juntam aos classificados no Round 3. Agora, serão quatro baterias com quatro atletas em cada, avançando os dois primeiros para a fase de quartas de final. Por último, as disputas são de um contra um até a definição dos medalhistas.



As datas da competição são:


As datas podem ser modificadas dependendo da previsão do tempo ou imprevistos relacionados ao mar.





Antes de conhecer os competidores, que tal conhecer a história do surfe no Brasil e o caminho que ele fez para chegar até aqui?







A caminho da vitória


A poucos dias da estreia dos surfistas nas Olimpíadas, todos os quatro competidores já chegaram a Tóquio. Como a praia onde ocorrerá a competição fica a uma hora de distância da Vila Olímpica, todos os surfistas vão ficar hospedados em uma pousada na cidade de Chiba, alugada pelo COB.



Tatiana Weston-Webb



Tatiana na Roxy Pro France 2019 créditos: chde.eu

A surfista de 25 anos foi a primeira brasileira a se classificar para as Olimpíadas de Tóquio, com uma vitória nas oitavas de final da Etapa de Peniche do Circuito Mundial, em outubro de 2019.



Tatiana nasceu no Brasil, mas morou no Havaí desde os dois meses. Ela começou a surfar aos 8 anos com o seu irmão mais velho, Troy Weston-Webb. A brasileira-havaiana começou a sua história no surfe profissional em 2015, quando ganhou o prêmio de melhor novata do ano.



Em 2018, a surfista decidiu entrar para o time do Brasil e representar o país em competições.



Silvana Lima



Silvana foi vice-campeã mundial duas vezes Foto: Reprodução/Inner Sport

Silvana foi a segunda a se classificar para as Olimpíadas, quando acabou a temporada na 12ª colocação. Com 36 anos, ela é a surfista mais experiente do time brasileiro.



A cearense estreou no esporte em 2006, quando conseguiu a nona colocação no mundial. Ao longo de sua carreira, Silvana foi vice-campeã mundial duas vezes seguidas, em 2008 e 2009. Nos anos seguintes, a surfista conseguiu o quarto e o quinto lugar, mas depois disso ficou fora das classificações por alguns anos.



Hoje, a surfista se encontra fora do circuito mundial, enquanto sua colega de time está no quarto lugar. Apesar disso, Silvana segue sendo uma boa aposta para o time nacional.



Gabriel Medina



Medina é bicampeão mundial foto: reprodução/Instagram/gabriel medina


A maior aposta brasileira para Tóquio-2020, Medina aprendeu a surfar quando ainda era criança, com o seu pai, que era surfista amador.



Desde a sua estreia no circuito mundial, aos 17 anos, o surfista teve uma evolução constante. Em 2014, ele conseguiu algo inédito no Brasil, se tornando campeão mundial, ao ser vice no Billabong Pipe Masters.



Em 2018, Medina repetiu o feito e se tornou bicampeão mundial. Já em 2021, o surfista se envolveu em uma polêmica quando se revoltou nas redes sociais por sua esposa, Yasmin Brunet, ter sido proibida pelo COB de ir com ele para as Olimpíadas como parte da sua equipe.



Ítalo Ferreira




Ítalo Ferreira foi o campeão mundial em 2019 foto: reprodução/Instagram/italo ferreira


Como a sua colega de time, Tatiana, Ítalo também ganhou o prêmio de novato do ano quando estreou na elite mundial em 2015.



Aos poucos o surfista foi se afirmando no cenário do surfe mundial, chegando a ficar no quarto lugar em 2018. Mas foi em 2019 que Ítalo marcou presença se tornando campeão mundial.



Como ele mesmo afirmou em uma coletiva de imprensa em São Paulo após a vitória, ele não era favorito ao título, o que acabou sendo uma surpresa para todos.




Crédito: reprodução/youtube/olimpíada todo dia


Hoje Ítalo e Medina se encontram em primeiro e segundo lugar, respectivamente, no ranking mundial. A dupla é conhecida mundialmente como Brazilian Storm.




 
 
 

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