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Comércio de Juiz de Fora impacta mercado imobiliário na pandemia

  • 16 de jul. de 2021
  • 2 min de leitura

Fechar as portas do ponto físico foi a única opção para alguns empresários

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De acordo com o Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), 220 lojas encerraram as atividades na cidade entre o início da pandemia e janeiro de 2021. O presidente do Sindicato, Emerson Beloti, explica que as empresas tiveram dificuldades em manter o funcionamento com as restrições impostas pela pandemia. Sem vender, os proprietários dos empreendimentos precisaram cortar alguns gastos e, como última alternativa, o imóvel que abrigava o ponto comercial era entregue.


Diogo Souza Gomes, presidente da Associação Juizforana das Administradoras de Imóveis (Ajadi), conta que os pontos comerciais sofreram mais impacto nesse período: “Muitas empresas viram que não conseguiriam manter o aluguel, mesmo negociando com o proprietário do imóvel, e fecharam as portas”. Porém, Diogo destaca que algumas empresas conseguiram ampliar o negócio: “Outras empresas tiveram que ampliar por adotarem o modelo delivery. Elas tiveram que sair de lojas comerciais para ir para galpões comerciais, onde investiram em ter mais área para a cozinha e melhor área de distribuição”.


Outro ponto levantado pelo presidente da Ajadi é o crescimento nas vendas de lotes e imóveis de alto padrão na cidade. “A gente tem que analisar o mercado de forma abrangente porque ao mesmo tempo em que nós tivemos perdas, nós tivemos ganhos de outras formas. A baixa taxa de juros no financiamento ajudou a atrair muita gente.”, completa Diogo.


Para o setor comercial, a Associação tem boas expectativas por causa da manutenção das taxas baixas de financiamento e do avanço da vacinação. “Tem muita gente procurando salas e empreendimentos comerciais para serem locados para um novo negócio ou melhora de negócios atuais”, conta Diogo.

Emerson, presidente do Sindicomércio, diz que a expectativa é que as lojas fechadas reabram: “Juiz de Fora parou de decair em empregos e fechamento de lojas, o que é bom para a empregabilidade e para os empresários.”


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